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	<title>Comentários em: Formação, para onde vamos?</title>
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		<title>Por: Carlos Alhinho</title>
		<link>http://odivelas.com/2010/01/31/formacao-para-onde-vamos/comment-page-1/#comment-13</link>
		<dc:creator>Carlos Alhinho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 08:56:22 +0000</pubDate>
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		<description>Eu, como técnico de futebol na área da formação, com passado na formação do Odivelas Futebol Clube, no Sport Grupo Sacavenense, fiquei varado com aquilo que li numa crónica referente a alguns jogos de juniores. Não me admiro nada com este tipo de atitudes e desfechos, pois existem pseudo-técnicos na formação, e aqui falo nos escalões mais baixos, escolas e infantis, que já incutem nos jovens destas idades (8 a 11 anos) uma agressividade, no mau sentido, utilizando inclusivé termos desapropriados para a formação psico-social desta franja etária. Eu sei do que falo porque assisti &quot;in loco&quot; a barbaridades destas que nada prestigiam os técnicos de formação, nem os monitores que nos facultam os seus ensinamentos através dos respectivos cursos de treinadores. Acredito plenamente que muitos candidatos não têm o perfil, formação e educação para desempenhar tal cargo. Isto parte de base e muitos não sabem encaminhar os jovens pelos trilhos do respeito pelos
  outros, sejam eles, árbitros, colegas de outras equipas, público, etc.. Lamento que estes casos se tenham passado com clubes onde exerci esta actividade tão aliciante que é formar jovens e não apenas formar jogadores de futebol. 
Um abraço deste vosso leitor atento às notícias desportivas do nosso concelho.
Carlos Alhinho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu, como técnico de futebol na área da formação, com passado na formação do Odivelas Futebol Clube, no Sport Grupo Sacavenense, fiquei varado com aquilo que li numa crónica referente a alguns jogos de juniores. Não me admiro nada com este tipo de atitudes e desfechos, pois existem pseudo-técnicos na formação, e aqui falo nos escalões mais baixos, escolas e infantis, que já incutem nos jovens destas idades (8 a 11 anos) uma agressividade, no mau sentido, utilizando inclusivé termos desapropriados para a formação psico-social desta franja etária. Eu sei do que falo porque assisti &#8220;in loco&#8221; a barbaridades destas que nada prestigiam os técnicos de formação, nem os monitores que nos facultam os seus ensinamentos através dos respectivos cursos de treinadores. Acredito plenamente que muitos candidatos não têm o perfil, formação e educação para desempenhar tal cargo. Isto parte de base e muitos não sabem encaminhar os jovens pelos trilhos do respeito pelos<br />
  outros, sejam eles, árbitros, colegas de outras equipas, público, etc.. Lamento que estes casos se tenham passado com clubes onde exerci esta actividade tão aliciante que é formar jovens e não apenas formar jogadores de futebol.<br />
Um abraço deste vosso leitor atento às notícias desportivas do nosso concelho.<br />
Carlos Alhinho</p>
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