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Oportunidade

Maio 15th, 2011 | by Paulo Pinheiro

É inegável que os portugueses estejam a passar por tempos de dúvida e descrença no futuro. A palavra do dia é “Dificuldade”.Os níveis de confiança estão nos mínimos históricos.

Os dados estatísticos são evidentes: o pior crescimento económico (desde há 90 anos), a mais elevada dívida pública em percentagem do PIB (desde há 160 anos), a maior dívida externa  (desde há 120 anos), a pior taxa de poupança (desde há 50 anos), a maior taxa de desemprego de sempre (que ultrapassa os dois dígitos e mais de meio milhão de portugueses), o maior tempo de permanência no desemprego de que há registo, a segunda maior vaga de emigração (desde há 160 anos), em menos de 40 anos de vivência em Democracia por três vezes foram feitos pedidos de auxílio financeiro externo, dando sinal que não nos sabemos gerir.

Quiseram-nos fazer crer que a responsabilidade (exclusiva…) desta actual situação seria da conjunta internacional, apesar de todos os outros países (exceptuando a Grécia governada por socialistas e a Irlanda também, por acaso, governada por socialistas) terem conseguido recuperar. Quiseram-nos fazer crer que a solução passaria por um keynesianismo avassalador – obras de grande investimento público -, apesar de nos endividar ainda mais e de fazer persistir viver acima das nossas capacidades. Quiseram-nos fazer crer que não bastava um, nem dois, nem mesmo três, mas sim quatro (e ficou-se por aí mas podemos especular que poderíamos chegar à dezena) PEC’s. Foram anunciadas várias vezes o fim da crise… ainda mal tinha começado.

Há culpado: José Sócrates. Podia ser acusado de muita coisa, apenas resumo dizendo: falta de sentido de Estado, foi anti-patriótico. E arrastou para lama aqueles que lutam todos os dias Portugal esteja à altura dos seus quase 900 anos de existência.

Portugal para se fundar enquanto nação lutou contra dois inimigos ao mesmo tempo, manteve-se quase sempre independente e soberano contra várias tentativas externas de o subjugar, Portugal e os Portugueses sempre souberam sair das crises que assolaram o nosso pequeno grande território.

É esse espírito de voltar a acreditar que os Portugueses hoje também precisam! É possível Portugal dar a volta, mas é preciso muito trabalho, sacrifícios e muito sentido de Estado! Passa por dar voz à Sociedade Civil e às Instituições, uma aposta forte no crescimento económico e do Emprego, um Estado verdadeiramente eficiente e sustentável, Solidariedade Social, uma Justiça eficaz e uma política externa com os olhos postos no Desenvolvimento de Portugal.

Não é por acaso que são estes os pilares fundamentais do Programa Eleitoral com que o PSD se apresenta perante os eleitores portugueses!

É possível mudar o actual estado do país! É possível voltar a Acreditar! São os próprios portugueses que o vão conseguir se o quiserem. Não será mais ninguém! Está ao nosso alcance!

Quando escrevemos a palavra Crise em chinês, esta é composta por dois caracteres. Um representa “perigo”. O outro representa “Oportunidade”.

O caractere “perigo” em português tem uma sigla: PS.

O caracter “Oportunidade” em português tem uma sigla: PSD!

Paulo Pinheiro

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