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Como poupar Milhões com o Linux

Junho 15th, 2011 | by Antonio Tavares

A questão é antiga, simples, e resume-se a saber se queremos gastar Milhões com os sistemas Microsoft ou se estamos dispostos a usar software livre.

O Gnu-Linux é essa alternativa ao Windows que permite equipar um Computador com um sistema operativo e programas sem gastarmos 1 euro.

Esta opção pela alternativa Linux de custo zero em licenças é válida para computadores individuais e servidores. Sendo que os servidores desempenham tarefas centralizadoras disponibilizando serviços que vão de Sites na Internet a serviços de Correio, vou daqui em diante falar-vos dos Computadores pessoais embora as poupanças quer no caso dos Servidores quer nos Pessoais sejam enormes.

O Linux toma vários nomes de acordo com a distribuidora, pois que cada distribuidora concebe e disponibiliza um conjunto inicial de software a que posteriormente à instalação os utilizadores podem adicionar novos programas. Centos, Debian e Ubuntu são alguns exemplos de distribuidoras de Linux.

Embora há alguns atrás o Linux fosse pouco amigável para os utilizadores e muito virado para os “coca-bichinhos” hoje em dia o “Ubuntu” (http://www.ubuntu.com/) é a prova que qualquer utilizador de Windows pode mexer com todo o à vontade no Linux “Ubuntu” sem sentir qualquer dificuldade e porventura sem perceber que não está a “mexer” no Windows.

Numa altura em que tanto se fala em poupar façam um simples exercicio de verificar quanto se gasta nas empresas e no Estado em licenças de software. Pois, estamos a falar em Milhões e mais estranho ainda que mesmo nas Instituições sem fins lucrativos como as IPSS que lutam no dia a dia para fazer chegar a ajuda aos mais necessitados se continue a usar sistemas Microsoft. É um luxo a que as empresas e o Estado de todos nós se permite valendo-se do desconhecimento dos cidadãos.

As vantagens da opção Linux são para além do custo a segurança. O Linux como sistema operativo é menos permeável aos ataques que nos chegam diariamente aos nossos computadores e foi concebido inicialmente como um sistema para trabalhar em redes . Não esquecer que a Microsoft acordou tarde para a Internet e ao longo dos tempos tem vindo a tentar acertar o passo com algumas versões do seu Windows que se revelaram menos conseguidas como o Windows ME ou o Windows Vista. Aliás muitas empresas continuam a usar o Windows XP e não vêem razões para atualizar o sistema operativo da Microsoft (Pormenor “curioso” a Microsoft exigir para autenticação nos seus servidores de versões Windows XP Pro).

Para experimentar um Linux como o Ubuntu recomendo que use uma máquina antiga que tenha encostada a um canto. Outra opção será instalar o Linux na mesma máquina onde já tem o Windows a funcionar sendo que neste caso no arranque do PC ser-lhe-á perguntado com que sistema operativo quer arrancar, o Windows ou o Linux.

Outra questão importante são as atualizações. No Linux Ubuntu o próprio sistema tal como no Windows o vai alertar para as atualizações e após confirmação todo o processo é automático.

Há obviamente razões para a fraca difusão do Linux mas nada têm nada a ver com o interesse dos cidadãos e do Estado que somos todos nós.

Uma nota final para reforçar a ideia que o Linux é mais seguro, gratuito e que para o Linux existe uma extensa gama de software igualmente gratuito como este OpenOffice com que estou a escrever este texto.

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