breaking news

Odivelas – Reunião de Câmara – Um Lamentável Incidente entre o Vereador Mário Máximo e os Vereadores Paulo Aido e Hernâni Carvalho. [vídeo]

Junho 24th, 2011 | by Antonio Tavares

Reunião de Câmara pública do Município de Odivelas, 21 de Junho de 2011. O Vereador Mário Máximo preside aos trabalhos.

O filme em anexo de 4 minutos é apenas a explosão de um conjunto de intervenções que marcaram esta reunião de Câmara. Na origem desta explosão o pedido de defesa da honra e o respetivo regulamento.

É nossa intenção publicar outras intervenções que irão contribuir para, porventura, melhor se compreender este episódio em anexo.

De salientar que os Vereadores Hernâni Carvalho e Paulo Aido abandonaram a reunião tal como é visível no vídeo mas voltaram a estar presentes quando a Presidente Susana Amador passou a presidir aos trabalhos.

Este trabalho é um exclusivo OdivelasTV|Odivelas.com

António Tavares

 

5 Comments

  1. Antonio Tavares says:

    Um esclarecimento prévio para informar quem nos lê que os comentários para este e os outros 2 artigos relativos ao lamentável incidente da reunião de Câmara do passado dia 21/junho estão fechados, daí que só agora tive oportunidade de arranjar forma de publicar o comentário abaixo e a minha resposta como se segue:

    Antes do mais aceito as suas desculpas mas pelo conteúdo do seu comentário apraz-me dizer-lhe o seguinte.

    1. A sua vida profissional é pública e aliás o pessoal de apoio ao Vereador Hernâni Carvalho e ao Vereador Paulo Aido, onde você se inclui, aparecem normalmente n vezes à frente das câmaras durante as filmagens das reuniões públicas de Câmara.
    2. As suas ameaças, ridículas, dão uma amostra pública do seu caráter e imagine-se um homem como você com poder…
    3. Quando escreve um comentário no “Odivelas.com” você está a dirigir-se ao Órgão de Comunicação Social e, se não compreende isto, temos pena!
    4. Você, Paulo Bernardo, é uma pessoa problemática e, como muitos nesta casa sabem, já não é a primeira vez que toma estas atitudes relativamente ao “Odivelas.com” utilizando os nossos Fóruns para nos acusar de censores e fascistas.
    5. Tenho por principio, dar sempre uma segunda oportunidade às pessoas e você, acabou de esgotar a minha boa vontade com a reincidência.
    6. Este assunto está para mim encerrado e para qualquer questão pessoal use os meus contactos pessoais e não o “Odivelas.com” sendo que além do mais, sabe onde pode encontrar-me, por exemplo, nas reuniões públicas de Câmara.

    António Tavares

    _______________________________________________

    Comentário de Paulo Bernardo e Sousa
    :
    Lamentável é detectar que o espirito democrático anda pelas ruas da amargura. No link p://odivelas.com/2011/06/24/odivelas-%E2%80%93-reuniao-de-camara-um-lamentavel-incidente-entre-o-vereador-mario-maximo-e-os-vereadores-paulo-aido-e-hernani-carvalho-video/, surgem 4 comentários meus (2) e do autor da peça (2) até ao ponto em que o segundo permitiu, pelo que permito-me eu agora fazer um outro comentário aqui, pois naquele espaço foi-me impossibilitado fazê-lo:

    Está aí um terrível engano, eu como trabalhador do Município de Odivelas, desde Junho de 1999, trabalho para a minha entidade patronal, o Município de Odivelas: nunca esqueça isso! Acresce que nessas funções tenham ainda a honra de servir a minha terra. É muito pouco saudável atacar um homem falando em público da sua vida profissional sem que para tal esteja autorizado (mas sobre isso vou pensar se não agirei noutros fóruns). A si, exijo-lhe (leia bem exijo) respeito quanto à minha privacidade. Contudo, se sem preconceitos conseguir ler o que escrevi não encontrará em lado algum qualquer observação que favoreça qualquer um dos intervenientes: desafio-o a tal verificar. O que disse foi que enquanto jornalista não deve qualificar as notícias que formula e que deixasse essa análise para os leitores/espectadores. Recordo-lhe que este incidente teve diversos actores, ou será que quando usou o vocábulo lamentável estava a pensar em alguém em particular? Se assim foi, quem lamenta e muito mais sou eu. Se assim não foi as minhas desculpas.

    A verdade – vocábulo estranho para alguns – é que quando disse o que disse, fi-lo a título pessoal, pelo que não lhe permito que ponha porcaria na ventoinha e sonhe sequer sugerir, que falei em nome deste ou daqueles. Somos todos adultos e uma coisa sei eu e muita gente acerca destes Vereadores, quando querem falar não mandam recado: aliás tal ficou bem claro nas peças esburacadas que publicou sobre este tema.

    Quem me conhece sabe que não sou de criar problemas a ninguém, mas também não sou de lhes virar as costas, sendo que pergunto-lhe se quando falo consigo faço-o mesmo consigo ou com toda a Odivelas.com? Pois não entendo porque pretende que este particular entre nós seja extensível ao “Odivelas.com”. Precisará de reforços? Repare bem, não é que isso me assuste, mas eu não estou a falar com nenhuma entidade em abstracto, estou a falar consigo e com mais ninguém.

    Quanto a pesquisas devo-lhe dizer que nunca pretendi e já aqui o disse, portanto faça um esforço e leia, que não caía no “disparate de lhe dar a hipótese de afirmar que pretendo controlar a linha editorial isenta e sem projectos políticos que segue, contudo quem ler estes textos percebe que a não inclusão da adjectivação feita teria chegado”.

    Quanto à incapacidade de praticar “jornalismo asséptico”, estamos de acordo, pelo que se vê uma luz ao fundo do túnel.

    Quando alude que o vosso “director não apoiou por escrito nenhum candidato”, confesso que não entendi. Como anteriormente tive oportunidade de lhe dizer “enigmas nunca foram o meu forte”, pelo que agradeço que ou em texto ou em formato pictográfico concretize – não leve caro… a crise. Charadas, por favor, não obrigado! Até porque as charadas são o princípio do boato e o boato é maledicência pura, logo não pertence aos cânones do relacionamento urbano.

    Enquanto o rumo for interventivo na acção, pode crer que nem eu, nem aqueles que apreciam boa informação vão gostar do estilo. Eu e os restantes leitores/espectadores seremos sempre capazes de concluir sobre os assuntos, desde que a informação seja integralmente disponibilizada. Se não há projecto político, não há que recear a opinião que este e aquele retiram da informação que sem ruído e/ou sem buracos lhes é disponibilizada.

    Quando alguém me impele a recorrer ao maravilhoso mundo da psicologia, sei que pretende em postura disfarçada (mal disfarçada) atacar-me e também sei que tal é uma estratégia muito usual entre aqueles a quem não assiste razão.

  2. Antonio Tavares says:

    Sejamos claros, o Paulo Bernardo trabalha com os Vereadores Independentes. O seu intuito é arranjar problemas com o “Odivelas.com”? É que faria bem em pôr a mão na consciência e pesquisar no “Odivelas.com”, por exemplo, “Hernâni Carvalho”… agora inspire e veja a quantidade de resultados, são páginas com intervenções sobre os mais diversos temas.

    Quanto à questão do que chama a “atitude jornalística” é a sua opinião. Eu não gosto e não pratico o jornalismo assético. Não gosta do estilo? Temos pena!

    Nem você, Paulo Bernardo, nem ninguém, controla as nossas opções nem a nossa linha editorial. O nosso patrão não é de nenhuma comissão nacional de qualquer partido politico e o nosso diretor não apoiou por escrito nenhum candidato… Captou?
    Portanto aqui nesta casa damos voz a Susana Amador, Carlos Bodião, Ilídio Ferreira ou Hernâni Carvalho quando entendemos que o devemos fazer e não recebemos diretivas da comissão nacional de qualquer partido para infletir mais pro contra ou mais a favor. Aqui não navegamos à bolina de acordo com as marés.
    Temos um rumo e percebo que não goste do estilo, temos pena!

    Quanto aos conselhos que você, Paulo Bernardo, não percebe sempre lhe direi que há por aí quem faça desenhos mas faz-se pagar bem.
    Erotismo num afia lápis é novidade para mim mas, começo agora a perceber porque usa a figura do lápis azul… Eu pensava que se referia à censura.

    Quanto aos seus “Déjà Vu” o Pavlov explica isso.

    Finalmente, quero que fique bem claro que eu estou, nas reuniões de Câmara ou Assembleia Municipal, não para beneficiar ou prejudicar este ou aquele, mas, pelos que estão fora do circuito fechado da política.

    António Tavares

  3. Paulo Bernardo e Sousa says:

    A verdade é que eu tenho opinião e certamente que todos têm o direito de ter a sua própria opinião. Contudo ao jornalista compete-lhe a evidência dos factos, não a atitude de cidadão: para isso há outros foruns.A verdade é que quem não tem projectos políticos e pretende fazer jornalismo deve mesmo cingir-se aos factos e inibir os leitores/espectadores da sua opinião.
    De repente pareceu-me voltar àquela sala quando li que “as suas considerações sobre o jornalismo e os jornalistas não me interessam minimamente”. Foi um dejà vu certamente falhado.
    Naturalmente que não caio no disparate de lhe dar a hipotese de afirmar que pretendo controlar a linha editorial isenta e sem projectos políticos que segue, contudo quem ler estes textos percebe que a não inclusão da adjectivação feita teria chegado. Simples, não?
    Quando afirmar que alguém “nada sabe” certifique-se se sabe que assim é. Contudo, registo a vontade de ao invés do reconhecimento se opte pelo ataque: é uma estratégia muito usual entre aqueles a quem não assiste razão.
    Aprecio e levo sempre em consideração os conselhos que me dão, desde que os perceba, pois enigmas não foram meu forte. Sendo que para quem fala sempre com frontalidade deveria melhor explicar com quem é eu sou condescendente e porquê e de que forma deseja que eu seja consequente com um afia lápis. Confesso que me pareceu algo de erótico, mas não será… certamente que não.

    O meu nome está integralmente escrito logo no topo: nem todos fazem isto, mas eu sou assim…

  4. Antonio Tavares says:

    Há realmente muitos juízes de bancada que fingem não ter opinião mas, caso ainda não tenha percebido, eu tenho opinião e dou-a frontalmente e, contrariamente a outros, assino o que escrevo. Não gosta? Temos pena.
    As suas considerações sobre o jornalismo e os jornalistas não me interessam minimamente e a classificação de lamentável foi a palavra mais suave que me ocorreu e acredite que implicou um grande esforço de contenção.
    Não somos um projeto político, somos um projeto de informação e portanto não estamos ao serviço de qualquer grupo político. Não gosta? Temos pena.
    Já agora não quer ser consequente e dizer o que devemos publicar e como? Não brinque com coisas sérias.
    Neste projeto Odivelas.com|OdivelasTV, os que nele trabalham e os que connosco colaboram em programas é que poderão dizer se há censuras ou lápis azuis e não você, que nada sabe.
    Um conselho final, guarde as suas energias para outros com quem é condescendente, seja consequente e leve o afia lápis.
    António Tavares

  5. Paulo Bernardo e Sousa says:

    “Lamentável Incidente”. Este não é um bom serviço à informação. Não compete ao jornalista qualificar o que relata. Do jornalista espera-se que relate e ao leitor que qualifique/adjective. Não gostei deste esboço mascarado de tentar formar opinião: tal não compete aos jornalistas. Não basta ter carteira para se ser jornalista. Há que pela praxis exercer condignamente tal desígnio.
    Quanto ao incidente e a fim de se poder formular integral opinião sobre o ocorrido, importaria que maior quantidade de informação fosse disponibilizada (qui ça tudo o ocorrido, não seria sequer a primeira vez que por aqui tal se vislumbrava) aos leitores/expectadores, para que em liberdade, sem lápis azul e assente no mais básico e firme princípio democrático que é a liberdade de escolha possa cada um formular a sua e só a sua opinião.