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Odivelas, Pedro Passos Coelho (6Fev/2012) – “Não fazer de conta que se faz mas fazer mesmo. A isso chama-se Credibilidade” [vídeo]

Fevereiro 9th, 2012 | by Antonio Tavares

O Primeiro-Ministro Passos Coelho esteve em Odivelas no passado dia 6 de Fevereiro de 2012.

No seu discurso com algumas frases fraturantes que marcaram os títulos na Comunicação Social, surgem várias ideias chave que, a serem implementadas nem que fosse apenas na governação PS/PSD do nosso Concelho, marcariam o inicio de uma revolução no sistema instituído.

Vamos ver se, ao menos no PSD, ouvem Passos Coelho quando ele diz “Trincar a língua se for preciso e fazer o que é necessário para voltar a dar um futuro digno aos jovens Portugueses”.

 Do discurso de Passos Coelho, no filme em anexo, retiramos as seguintes notas:

 “Abrir ao mundo é crucial. Nada de facilitismos. Sermos rigorosos.

Os feriados e as pontes. Os lamentos e aguardar que nos salvem. Os que olham para a frente. Temos de olhar para nós próprios com respeito. Os desequilíbrios e o deitar as mãos à obra. Ser ambiciosos e exigentes, mais ambições, qualificações mais exigentes.

O papel do Estado. Não complicar.

Ser justos e aproximar do ideal de justiça cada vez mais.

Distribuir melhor o rendimento. Trabalhar melhor, poupar mais e acrescentar mais valor ao que fazemos.

A divida acumulada. A dignidade e a honra.

Se tudo continuar como dantes nada muda. As desculpas para o coitadinho.

Nas reformas estruturais há efeitos que são antecipados quando os agentes acreditam no que se está a fazer.

Premiar quem faz bem. Não fazer de conta que se faz mas fazer mesmo – a isso chama-se credibilidade. Se nós não acreditarmos no que estamos a fazer ninguém vai acreditar.

Isto não é para inglês ver nem para a troika ver, é mesmo para fazer.

A sorte dá bastante trabalho a fazer.

Sermos exigentes e não sermos piegas.

Trincar a língua se for preciso e fazer o que é necessário para voltar a dar um futuro digno aos jovens Portugueses.

Um País que não se resigna e tem ambição.”

Passos Coelho, Odivelas, 6/Fev/2012

 

Edição: António Tavares

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