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Odivelas – “A Senhora Presidente Susana Amador vai ficar sempre com o ónus de ter acabado com o Odivelas FC” – Luís Filipe Vieira, Presidente do S.L. Benfica

Maio 2nd, 2012 | by Antonio Tavares

Estádio da Luz, 2 de Maio de 2012, caso “Odivelas FC”, entrevista com o Presidente do S.L. Benfica, Luís Filipe Vieira

Ao longo do filme em anexo, algumas afirmações de Luís Filipe Vieira:

Nós não queríamos que o Odivelas FC desaparecesse.

Quando foi para avançar com o dinheiro ouviram o Benfica muito atentamente. Quando foi para tomar uma decisão não podiam mais tinha que ser naquele dia… Estranho mesmo.

Quem não olhar para a história, quem não quiser recuperar a sua história, quem não cuidar do presente, não consegue cuidar do futuro.

A senhora Presidente (Susana Amador) vai ficar sempre com um ónus: Eu acabei com o Odivelas FC.

Ela (Susana Amador), tem de entender que para o Odivelas FC existir houve pessoas que deram muito mas mesmo muito aquela terra para fazer aparecer um clube chamado Odivelas FC. Só por respeito a essas pessoas nem que ela tivesse de descer ao terreno e tentar motivar pessoas e as forças vivas da cidade para recuperarem em conjunto o Odivelas FC.

Alguém se precipitou, alguém teve pressa… e vão saber porquê, e vamos saber se salvaguardaram com documentos a sério de garantias de investimento de quem quer que seja.

Não se pode brincar com o passado.

Houve alguém que teve uma pressa terrível para fazer desaparecer o Odivelas FC, para enterrar o Odivelas FC… Esse é que tem um dia de prestar contas porque não respeitaram a memória daqueles que fizeram aquele clube (Odivelas FC).

Quem deve fazer o julgamento são os Odivelenses.

Toda a população deve lutar pelo seu passado.

Quem não sabe respeitar o passado nunca poderá pensar no presente nem no futuro, nunca, seja o politico que for.

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A Câmara Municipal de Odivelas não esteve nunca ao longo deste processo disponível para esclarecer os Odivelenses e ainda hoje novamente solicitada a prestar declarações à OdivelasTV voltou a declarar que não era oportuno.

António Tavares

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