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	<title>odivelas.com &#187; Colunistas</title>
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		<title>PERSPECTIVAS</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 13:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barão das Neves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Barão das Neves]]></category>

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		<description><![CDATA[A convite do Odivelas.com, assumi a responsabilidade de passar a ser mais um colunista do “ novo espaço desta plataforma editorial”, pelo que o meu primeiro texto impõe-se  que seja de apresentação. Nasci em Lisboa no ano de 1956, profissional com formação informática (trabalho desde 1971), sou cristão , de direita e benfiquista devoto ( [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/barao_neves.jpg"></a><a href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_baraoneves.jpg"><img class="size-full wp-image-1722 aligncenter" title="topo_baraoneves" src="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_baraoneves.jpg" alt="" width="615" height="108" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A convite do Odivelas.com, assumi a responsabilidade de passar a ser mais um colunista do “ novo espaço desta plataforma editorial”, pelo que o meu primeiro texto impõe-se  que seja de apresentação.<br />
Nasci em Lisboa no ano de 1956, profissional com formação informática (trabalho desde 1971), sou cristão , de direita e benfiquista devoto ( segundo os amigos “doente”)!<br />
Vivo na Freguesia da Povoa de Santo Adrião desde 1975, onde me sinto como peixe na água!<br />
Nunca tive responsabilidades autárquicas ( apesar de diversos desafios), mas sempre estive ligado à vida da freguesia e do concelho. Sou dirigente associativo à 29 anos, estive ligado à criação do concelho de Odivelas como membro do Movimento Odivelas a Concelho e actualmente sou Vice-Presidente do Movimento Odivelas no Coração do qual fui, também, fundador!<br />
Sou, acima de tudo, como dizia Miguel Torga, um defensor “do espirito da minha terra”, e Odivelas é a minha terra!<br />
Como pai (e recentemente avô da menina mais bonita do Universo) cumpre-me a obrigação de lutar para o engrandecimento da sociedade, denunciar os crápulas que vivem à sombra dos nossos impostos, ajudar os mais necessitados  e contribuir para um debate de ideias no nosso concelho com temas de índole local e nacional.<br />
Gosto da escrita objectiva, directa, denunciante e com caracter provocatório, mas sempre com a dignidade e o respeito que os visados devem merecer, e a vivência democrática exige.<br />
Portugal vive hoje uma crise de identidade profunda, resultante de diversos factores, que nos últimos 30 anos afectaram a sociedade portuguesa.<br />
Com como já escrevi em 2002 na revista Figura, permitam-me que cite, novamente, Miguel Torga no volume XVI do seu Diário: “ A abolição de fronteiras. Livre circulação de pessoas e bens. Ocupados sem resistência e sem dor. Anestesiados previamente pelos invasores e seus cúmplices, somos agora oficialmente europeus de primeira, espanhóis de segunda e portugueses de terceira”.<br />
Sejam felizes!</p>
<p><em>José Barão das Neves</em></p>
<p>Póvoa de Santo Adrião 25 de Janeiro de 2010</p>
<p><em>—————————————————-</em></p>
<p><em>A Informação aqui contida é da inteira responsabilidade dos respectivos autores e não poderá ser reproduzida/copiada na sua totalidade ou parcialmente sem a sua autorização</em></p>
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		<title>ENFIM… SOMOS PORTUGAL!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 18:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Correia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carlos Correia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo aceite o convite formulado pelo Odivelas.com, através do seu director, sr. Paiva Setúbal, é com o maior prazer que irei procurar dar algumas opiniões e também criar algum debate público, sobre assuntos que se encontram na ordem do dia, quer a nível local, quer a nível nacional. Penso que da discussão nasce a luz, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topocarloscorreia.jpg"><img class="size-full wp-image-1200 aligncenter" title="topocarloscorreia" src="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topocarloscorreia.jpg" alt="" width="615" height="108" /></a><a href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topocarloscorreia.jpg"></a></p>
<p style="text-align: justify;">Tendo aceite o convite formulado pelo Odivelas.com, através do seu director, sr. Paiva Setúbal, é com o maior prazer que irei procurar dar algumas opiniões e também criar algum debate público, sobre assuntos que se encontram na ordem do dia, quer a nível local, quer a nível nacional.<br />
Penso que da discussão nasce a luz, e portanto, irei estar disponível para debater ideias e preocupações que os leitores possam ter, mas também, e como será um espaço de opinião, dar algumas pessoais sobre assuntos que considere pertinentes.<br />
A nível local, irei procurar acompanhar as novidades, que a Câmara Municipal de Odivelas, e o PS, como partido no poder, apresentam e a forma de resolução de vários casos que têm vindo a público, como o caso do espaço lúdico da Ribeirada, em que se verificou, um mau acto de gestão?, por parte da Câmara, não fazendo, pelos vistos, o devido acompanhamento da obra realizada.<br />
Irei procurar também estar atento, ao aparecimento de uma oposição, que se perfila, no PSD local, com o seu rosto mais visível e coordenador, João Carvalho, através de um projecto que dá pelo nome de Odivelas com Verdade.<br />
Verificamos, assim, que o PSD se encontra neste momento em ebulição, quer a nível nacional, com o Congresso, que foi anunciado pela presidente do PSD, dra. Manuela Ferreira Leite, antes das eleições directas, quer a nível local, com o aparecimento de novas ideias e projectos, para o concelho de Odivelas.<br />
A nível nacional, acompanharei o flagelo que neste momento atinge o País, com o desemprego, que cada vez mais, o seu principal problema não será o número de desempregados, mas sim, o tempo de duração que o mesmo atinge, sendo cada vez maior o desemprego de longa duração, não se verificando por parte do governo, medidas concretas no sentido de minorar este mal que grassa na economia portuguesa.<br />
Verificamos que os portugueses cada vez se encontram mais endividados, havendo um crescimento exponencial da dívida pública e devendo um ano da produção do país, para liquidação da mesma.<br />
O país não apresenta um crescimento da economia que permita diminuir o défice e já se fala num aumento dos impostos, de forma a minorar os danos causados. Mais uma vez verifica-se a tentativa de resolução do défice, pelo lado da receita e não, como deveria ser óbvio, pelo lado da despesa.<br />
O governo em vez de se procurar nivelar a nível de impostos, pelos países escandinavos, poderia nivelar-se, isso sim, que esses impostos cobrados fossem usados em prol do cidadão, como se faz nesses mesmos países, a nível de saúde, educação, etc..<br />
Mas enfim, preferimos discutir e aprovar outros projectos, que também têm o seu lugar, mas, que neste momento farão parte de um programa de governo, que terá assuntos mais importantes e mais prementes para o País real.<br />
Ficamos a saber que Portugal tem mais de um milhão de portugueses que sobrevivem, sim sobrevivem, com menos de 15 euros/dia, estando Portugal situado entre os países que viram aumentar, a pobreza mais rapidamente. Somos afinal, um país que se encontra entre os países mais desenvolvidos, ou seremos um País, fraquiiinhooo… que procura demonstrar aquilo que não é, para a maioria dos portugueses.<br />
Ou já nos esquecemos, também, que há uns meses atrás, também éramos dos países com a maior diferença de rendimentos entre os seus cidadãos, entre os mais ricos e os mais pobres?<br />
Como será quando se verificar o aumento das taxas de juro no segundo semestre do ano, conforme prevêem a maioria dos economistas?<br />
Como será com o aumento do crude?<br />
Enfim… somos Portugal!!!</p>
<p><em>José Carlos Correia<br />
</em>Economista</p>
<p>——————————————————————-</p>
<p><em>A Informação aqui contida é da inteira responsabilidade dos respectivos autores e não poderá ser reproduzida/copiada na sua totalidade ou parcialmente sem a sua autorização</em></p>
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		<title>APRESENTAÇÃO</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 18:40:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Pinto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carlos Pinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi-me pedida uma &#8220;ligeiríssima apresentação&#8221;, para o escriba destas linhas se dar a conhecer aos seus futuros leitores.  Pois bem: Jurista, de profissão, Socialista, por convicção e Sportinguista, por paixão.  E poderia ficar por aqui. Entendo, no entanto, que devo acrescentar ainda mais um outro registo pessoal e uma declaração de interesses: Sinto-me um ermita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/carlos_pinto.jpg"></a><a href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_carlospinto.jpg"><img class="size-full wp-image-1500 aligncenter" title="topo_carlospinto" src="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_carlospinto.jpg" alt="" width="615" height="108" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Foi-me pedida uma &#8220;ligeiríssima apresentação&#8221;, para o escriba destas linhas se dar a conhecer aos seus futuros leitores.<br />
 Pois bem: Jurista, de profissão, Socialista, por convicção e Sportinguista, por paixão.<br />
 E poderia ficar por aqui. Entendo, no entanto, que devo acrescentar ainda mais um outro registo pessoal e uma declaração de interesses:<br />
Sinto-me um ermita a sair da sua gruta, ainda muito trémulo, depois de um período de auto-exclusão&#8230;<br />
Com efeito, até ao ano de 2005, tive  intervenção, embora modesta, no panorama público-político de Odivelas, donde destaco, a participação activa nos órgãos concelhios do Partido Socialista e nas iniciativas realizadas pelo mesmo junto da população deste Concelho, bem como a eleição para a Assembleia de Freguesia de Odivelas, no mandato 2001-2005, onde desempenhei funções de líder da minha bancada. Já com a eleição, em finais de 2005, da minha cônjuge para o cargo de presidente do executivo deste Município, tomei a opção de abandonar a vida política activa no Concelho de Odivelas e de me remeter ao silêncio, em termos de intervenção pública, situação em que me mantive até ao presente, apenas desrespeitando esse retiro, muito esporadicamente, em momentos em que o  entendi dever fazer.<br />
Preparo-me, agora, neste portal de informação, para reaparecer publicamente, em termos de intervenção opinativa e com regularidade, acedendo ao cortês convite do José Paiva Setúbal. O bichinho que esteve reprimido dentro de mim, durante estes últimos anos e a vontade, cada vez mais incontida, de dar o meu contributo ou visão pessoal sobre temas locais, regionais ou nacionais, assim o ditou.<br />
Espero não desiludir quem me convidou e também quero saudar os outros colunistas deste espaço, que constituem uma companhia encorajadora e de qualidade, para fazer deste espaço de opinião um lugar de análise e comentário por excelência. Se os prezados leitores se sentirem desiludidos ou frustrados nessas expectativas, será certamente por minha culpa, que não deles.</p>
<p><em>Carlos Fernandes Pinto</em></p>
<p>——————————————————————-</p>
<p><em>A Informação aqui contida é da inteira responsabilidade dos respectivos autores e não poderá ser reproduzida/copiada na sua totalidade ou parcialmente sem a sua autorização</em></p>
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		<title>PODER LOCAL</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 13:18:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Cascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Cascais]]></category>

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		<description><![CDATA[Portugal vive um momento de crise de que não tem o exclusivo, mas que a sua situação interna agravou. Por falta de capacidade de iniciativa, por indefinição identitária, por excessiva dependência do exterior, por escassez de projectos sustentáveis e por deficit de educação, temo-nos tornado uma sociedade pouco motivada e que parece descaracterizar-se gradualmente. Entretanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_marianacascais.jpg"><img class="size-full wp-image-1229 aligncenter" title="topo_marianacascais" src="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_marianacascais.jpg" alt="" width="615" height="108" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Portugal vive um momento de crise de que não tem o exclusivo, mas que a sua situação interna agravou.<br />
Por falta de capacidade de iniciativa, por indefinição identitária, por excessiva dependência do exterior, por escassez de projectos sustentáveis e por deficit de educação, temo-nos tornado uma sociedade pouco motivada e que parece descaracterizar-se gradualmente.<br />
Entretanto, vivemos entre dois quadros de valores, em muitas vertentes da nossa vida perfeitamente contraditórios e de oposição fracturante.<br />
O sucesso de cada um parece assentar em demonstrações sem sustentabilidade e o sucesso dos outros causa-nos mal-estar; somos uma sociedade em que a democracia continua por digerir.<br />
Somos, além disto, um país assimétrico, ao nível do território, como da distribuição da população e também do desenvolvimento.<br />
É neste contexto que Odivelas ocupa o seu espaço, num território que, ele próprio, contém desequilíbrios.<br />
Com a sua parte de responsabilidade e uma população que é heterogénea e multicultural, Odivelas tem problemas de desemprego e de pobreza que a crise global agravou, mas que a falta de ordenamento e de uma estratégia local originaram.<br />
É efectivamente necessário definir uma estratégia; objectivos e caminhos; e prioridades, com a certeza de que o ponto de partida contem os erros cometidos, muitos deles integrados. É essencial encontrar o caminho, sem paradigmas, ainda que vivamos na época dos paradigmas, que aprendemos a usar para desculpabilizar insuficiências; sem obsessões de mudança pela mudança; e sem o estigma das diferenças políticas, que por vezes apenas atrofiam por impedimento das soluções. Mas também sem os constrangimentos das obras obrigatoriamente grandiosas, que não são factores de competitividade dos municípios. <br />
O poder local é isso mesmo, local.<br />
É um poder assente na proximidade, na comunicação, no feedback imediato das populações; e que está nas escolas, na rua, no comércio, nas empresas; e que promove os cidadãos.<br />
Porque, ainda que não houvesse outras razões, cada cidadão é um recurso potencial. E falta potenciar capacidades e iniciativas; falta promover a participação, que não se esgota no direito de votar e só nos preocupa quando analisamos o peso relativo da abstenção.<br />
Tão usada no discurso político actual, ou não fosse elemento fundamental do &#8220;politicamente correcto&#8221;, a participação implica o envolvimento num projecto que deve ser de todos, mas livre das promessas falaciosas de igualdades impossíveis.<br />
Traduz-se numa consciência de si e do espaço que lhe cabe, por parte de cada um. E que só é possível pela proximidade real do poder numa relação de reciprocidade de deveres.<br />
Além disto, o poder local sintetiza e sistematiza um conjunto de responsabilidades transversais que vão muito para além dos diagnósticos e dos relatórios. é a acção que dá corpo à estratégia e promove a mudança real.<br />
E a acção constitui-se de políticas e medidas frequentemente pontuais, por vezes pouco visíveis e de baixos custos, mas adequadas a cada sector e a cada problema.<br />
Das múltiplas respostas, na mesma perspectiva de adequação das soluções sectoriais ao projecto global e integrado, acontecem sucessivamente os patamares do desenvolvimento.<br />
O tempo e o trabalho permitir-nos-ão elencar caminhos e demonstrar que o futuro vem aí, mais pragmático e menos utópico, mais seguro ainda que eventualmente menos grandioso, a materializar o direito que cada um tem de ser protagonista da sua própria vida e actor na construção do futuro que Odivelas merece.</p>
<p><em>Mariana Torres Cascais</em><br />
Deputada Municipal</p>
<h2><span style="color: #167bab;">Apresentação</span></h2>
<p style="text-align: left;">Fui a primeira a nascer numa família de cinco irmãos, em Évora, há 63 anos.<br />
Foi em Évora que cresci e estudei e casei, em 1968, com um açoriano.<br />
Usei o meu tempo a fazer felizes os meus três filhos e a dar aulas na Universidade de Évora, enquanto mantinha uma vasta participação cívica na área do voluntariado social e da administração de uma IPSS e de uma cooperativa agro-pecuária.<br />
Entretanto, nas últimas décadas tornei mais efectiva a minha participação política local ao lado do CDS-PP, particularmente como candidata à Câmara Municipal de Évora. Durante o XV Governo Constitucional fui Secretária de Estado da Educação por indicação do meu Partido.<br />
Foi também o CDS-PP que me trouxe até Odivelas, numa coligação com o PSD, o PPM e o MPT, encabeçada pelo Dr. Hernâni Carvalho, coligação que acabou por razões que me ultrapassam. A “política”, às vezes, é mesmo assim!<br />
Ocupo o meu lugar de Deputada Municipal com a convicção e a paixão que ponho em tudo o que faço na vida, e tento que a minha actividade de professora universitária, agora no ensino privado, possa beneficiar com esta situação e, ao mesmo tempo, ser uma mais-valia para o meu trabalho na Assembleia Municipal de Odivelas.<br />
Serão quatro anos de serviço, em que procurarei deixar em Odivelas o melhor das minhas capacidades e dos valores em que acredito, numa oposição consciente e construtiva.</p>
<p>Odivelas, 16 de Janeiro de 2010</p>
<p>Mariana Torres Cascais</p>
<p>——————————————————————-</p>
<p><em>A Informação aqui contida é da inteira responsabilidade dos respectivos autores e não poderá ser reproduzida/copiada na sua totalidade ou parcialmente sem a sua autorização</em></p>
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		<title>Era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 13:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Rodrigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[António Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[Odivelense adoptivo, as minhas origens estão a norte, numa terra que, geralmente, é identificada com o ditador mais conhecido da nossa História recente. Mesmo se um presidente de câmara inaugura, provocatoriamente, uma praça Oliveira Salazar, no dia 25 de Abril, Santa Comba Dão é muito mais que uma fatalidade histórica. Odivelas sofre de outro tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/img_ar.jpg"></a><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_antoniorodrigues.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_antoniorodrigues.jpg"></a><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_antoniorodrigues-e1263907586207.jpg"><img class="size-full wp-image-1061 aligncenter" title="topo_antoniorodrigues" src="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_antoniorodrigues-e1263907586207.jpg" alt="" width="615" height="107" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Odivelense adoptivo, as minhas origens estão a norte, numa terra que, geralmente, é identificada com o ditador mais conhecido da nossa História recente. Mesmo se um presidente de câmara inaugura, provocatoriamente, uma praça Oliveira Salazar, no dia 25 de Abril, Santa Comba Dão é muito mais que uma fatalidade histórica.<br />
Odivelas sofre de outro tipo de fatalidades. Se, territorialmente, é um pequeno concelho, a dimensão dos seus problemas é gigantesca. Uma década a viver por cá não foram suficientes para os perceber todos e um curso intensivo de candidato autárquico resolveu apenas parte deste lacuna.<br />
Parafraseando o escritor Mário de Carvalho, era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto. Todos os assuntos. Todas as ideias. A política local não é património da Quinta da Memória, embora a memória seja muito importante na política.<br />
Ateu, marxista heterodoxo e ecologista praticante, toda a minha trajectória política foi moldada nas militâncias da esquerda alternativa. Primeiro no Partido Socialista Revolucionário e a partir de 1999 no Bloco de Esquerda. Pelo meio, colaborações com o movimento anti-racista – SOS Racismo, activismo na defesa dos direitos dos professores contratados e dirigente do Sindicato de Professores da Grande Lisboa (SPGL). Actualmente, activista do Movimento Escola Pública (MEP).<br />
A “odivelas.com” é um meio singular de informação, imparcialidade e debate democrático. Nem todos os órgãos de comunicação do concelho se podem orgulhar do mesmo. Ser colunista neste espaço é algo que me honra e, por isso, só posso agradecer o amável convite do Sr. Paiva Setúbal.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>António Rodrigues</em></p>
<p>——————————————————————-</p>
<p><em>A Informação aqui contida é da inteira responsabilidade dos respectivos autores e não poderá ser reproduzida/copiada na sua totalidade ou parcialmente sem a sua autorização</em></p>
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		<title>Partilha de Olhares</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 01:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fatima Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Fátima Amaral]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero antes de tudo agradecer o convite que me foi feito para participar regularmente na TV Odivelas.com. Vou tentar corresponder, escrevendo sobre questões diversas com as quais me cruzo na minha vivência de mulher, de mãe, de trabalhadora, de sindicalista e de autarca. Em jeito de apresentação digo que sou licenciada em sociologia e (entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-38" href="http://odivelas.com/?attachment_id=38"></a></p>
<p style="text-align: right;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" rel="attachment wp-att-52" href="http://odivelas.com/2010/01/14/40/topo_fatima_amaral-2/"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_Fatima_Amaral1.jpg"><img class="size-full wp-image-52 aligncenter" title="topo_Fatima_Amaral" src="http://odivelas.com/wp-content/uploads/topo_Fatima_Amaral1.jpg" alt="" width="615" height="108" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quero antes de tudo agradecer o convite que me foi feito para participar regularmente na TV Odivelas.com. Vou tentar corresponder, escrevendo sobre questões diversas com as quais me cruzo na minha vivência de mulher, de mãe, de trabalhadora, de sindicalista e de autarca.<br />
Em jeito de apresentação digo que sou licenciada em sociologia e (entre outras coisas) desempenho funções autárquicas há 20 anos. Nesse período temporal fui presidente da Junta de Freguesia da Pontinha, fui membro da Assembleia de Freguesia respectiva, integrei a Assembleia Municipal de Loures e a Assembleia Distrital de Lisboa, a Assembleia Municipal de Odivelas desde a sua eleição até ao presente e integro também a Assembleia Metropolitana de Lisboa.<br />
Como trabalhadora fui durante vários anos eleita pelos meus colegas para as Comissões Paritárias e, recentemente, fui eleita delegada sindical do STAL, sendo esta, sem dúvida, a actividade mais complexa com que me deparei.<br />
Em resumo: na vida tenho vivido e tenho lutado. É isso! Sou por definição e temperamento uma lutadora. Sou daquelas pessoas que acham que é sempre possível mudar, alterar, transformar… revolucionar.<br />
O meu poeta não é Pessoa. O meu Poeta é Camões. O Luís Vaz de Camões escreveu sobre a mudança e afirma:</p>
<p><em>Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,<br />
Muda-se o ser, muda-se a confiança;<br />
Todo o mundo é composto de mudança,<br />
Tomando sempre novas qualidades.</em></p>
<p><em>Continuamente vemos novidades,<br />
Diferentes em tudo da esperança;<br />
Do mal ficam as mágoas na lembrança,<br />
E do bem, se algum houve, as saudades.</em></p>
<p><em>O tempo cobre o chão de verde manto,<br />
Que já coberto foi de neve fria,<br />
E em mim converte em choro o doce canto.</em></p>
<p><em>E, afora este mudar-se cada dia,<br />
Outra mudança faz de mor espanto:<br />
Que não se muda já como soía.</em></p>
<p>                        <br />
É no sentido da partilha de olhares, que aceito este desafio. Até breve!<br />
<em>Maria de Fátima Amaral<br />
11.01.2010</em></p>
<p><em>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</em></p>
<p><em>A Informação aqui contida é da inteira responsabilidade dos respectivos autores e não poderá ser reproduzida/copiada na sua totalidade ou parcialmente sem a sua autorização</em></p>
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