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Inicio » História artigos com a palavra-chave “História”

Das Quintas às Hortas

Das Quintas às Hortas

Dra. Máxima Vaz No que se refere à utilização agrária do solo, está generalizada e aceite a ideia que, no nosso concelho e noutros em torno de Lisboa, predominavam as hortas, mas isso só se torna realidade nos finais do século XIX, princípios do século XX. Segundo estudos de um economista alemão, Johann Heinrich Von [...]

Janeiro 16 2010 | História | Ler Mais »

A Casa da Madre Paula

A Casa da Madre Paula

Dra. Máxima Vaz A casa da Madre Paula foi mandada construir por D. João V. Ficava sobre a casa do capítulo, encostada à torre e tinha três andares. Para aceder ao 1.º piso subia-se uma escada ao lado do parlatório. Ali ficava a cozinha, que era decorada com azulejos onde figuravam os vários utensílios usados [...]

Janeiro 15 2010 | História, Mosteiro S. Vicente, Odivelas | Ler Mais »

Polémica em torno de um túmulo

Polémica em torno de um túmulo

  Dra. Máxima Vaz Na igreja do mosteiro de Odivelas existe uma arca funerária que sempre foi considerada o túmulo de D. Maria Afonso, filha natural do rei D. Dinis. Ultimamente têm aparecido muitas pessoas interessadas em fazer estudos sobre este mosteiro e algumas têm outra opinião. Os historiadores que primeiro se dedicaram a estudar [...]

Janeiro 15 2010 | História, Mosteiro S. Vicente, Odivelas | Ler Mais »

Tal Pai tal Filha

Tal Pai tal Filha

 Dra. Máxima Vaz No meu último artigo trouxe ao conhecimento público a Infanta D. Filipa de Lencastre, sepultada na sacristia da igreja do Mosteiro de S. Dinis e S. Bernardo, em Odivelas. Mas o que eu disse é muito pouco, tendo em conta o grande mérito e valor desta Infanta. Tenho partido do princípio que [...]

Janeiro 15 2010 | História, Mosteiro S. Vicente, Odivelas | Ler Mais »

Uma Refugiada em Odivelas

Uma Refugiada em Odivelas

Dra. Máxima Vaz Chamava-se Filipa de Lencastre, viveu em Odivelas e está sepultada na sacristia da igreja do mosteiro de S. Dinis. Era neta do Rei D. João I e da Rainha D. Filipa de Lencastre. Era filha do Infante D. Pedro, “o das sete partidas”, como se dizia, querendo com isso referir as muitas [...]

Janeiro 15 2010 | História, Mosteiro S. Vicente, Odivelas | Ler Mais »

Pregões Saloios

Pregões Saloios

Dr. Vitor Manuel Adrião (Professor e investigador)   Não vai muito longe o tempo em que Lisboa acordava, logo após as primeiras luzes da aurora, ao som do vozerio dos saloios apregoando por toda a cidade os bens essenciais trazidos do Termo com que nutriam as gentes da cidade. A pé ou em seus burricos, [...]

Janeiro 15 2010 | História, Saloio | Ler Mais »

Falar Saloio

Falar Saloio

Dr. Vitor Manuel Adrião (Professor e investigador) Tragam-nos o estrangeiro, mas não nos levem o saloio! Alfredo Mesquita in    Os Saloios, 1907 A fala bem típica do çalaio originário do moçárabe, perante a industrialização cada vez maior da sociedade e a urbanização citadina absorvendo cada vez mais o espaço rural e os seus habitantes cujos [...]

Janeiro 15 2010 | História, Saloio | Ler Mais »

Cenas e Humores do Termo

Cenas e Humores do Termo

Dr. Vitor Manuel Adrião (Professor e investigador)   Para a efectuação dum trabalho desta natureza sem descambar literalmente para o sarcástico pueril do anedótico fácil, tem-se primeiro que situar o estilo de vida local, o porque dos epítetos de desagravo e, por fim, a razão de haver anedotário saloio.  Tomei por bases bibliográficas, para a [...]

Janeiro 15 2010 | História, Saloio | Ler Mais »

Doçaria Conventual

Doçaria Conventual

…”divinos” manjares dignos de Deuses e Reis   Marmelada Ingredientes : Marmelos Açúcar Confecção : Escolham-se os marmelos muito sãos, devendo alguns deles estar ainda verdes. Descasquem-se os marmelos, cortem-se em quartos e cozam-se com água. Depois reduzam-se a massa. Querendo a marmelada mais clara, devem passar-se os marmelos por uma peneira de crina; querendo [...]

Janeiro 15 2010 | História, Mosteiro S. Vicente, Odivelas | Ler Mais »

Sr. Roubado – Painel de Azulejos

Sr. Roubado – Painel de Azulejos

Do lado ocidental do Monumento ao Senhor Roubado, eleva-se um paredão tendo ao longo da parte superior um beiral de telha. a meio da parede há uma porta fingida, ou simulada e que é típica do simbolismo religioso como designativa do Portal do Céu, pelo que dois anjos a guardam, um em cada lado. No [...]

Janeiro 14 2010 | História, Sr. Roubado | Ler Mais »